O índice do stress é baseado na comparação do resultado das imagens dos dedos com e sem filtro. Mostra a razão dos campos mentais e físicos ou em outras palavras, sistema nervoso simpático e para-simpático.
Stress
O cérebro transforma eventos não-físicos em sua origem, em realidades físicas, ou seja, o que criamos mentalmente é fisicamente real para o cérebro. A memória é mais que mental, está gravada em várias partes do cérebro. Não há como separar o que ocorre no sistema nervoso central da função de memória em cada célula do corpo. A experiência passada foi fixada e retida pelos neurônios acionados naquele exato momento e todo músculo, nervo ou tecido participante da experiência foi afetado e se lembrará do evento da sua própria maneira. A gravação de tudo que experimentamos permanece no sistema nervoso central, nada é esquecido.
2-4 – Normal
4-6 – Elevado (emocional)
Esta fase é de alarme, “alerta”, ocorre quando existe reação a uma ação externa. Nesta fase podem surgir problemas fisiológicos como taquicardia (batimento mais rápido e forte de coração), respiração acelerada e suor frio e sintomas como o tamborilar nervoso dos dedos, um espasmo ou uma congestão do estômago, ou a dificuldade de respirar suavemente, com naturalidade.
Avalie o que está ocorrendo. Veja o que está exigindo de mais da sua resistência. Pode ser o mundo lá fora, pode ser você mesmo. Fortaleça o seu organismo.
6-8 – Stress (físico)
Resistência (nível intermediário, onde organismo começa a enfraquecer). É a luta do organismo contra a fase de alerta. O indivíduo pode controlar-
se (neste caso o stress pode ser administrado) ou persistir no desgaste físico e emocional. Normalmente nessa fase o corpo responde com mudanças de comportamento, insônia e descontentamento.
Tensão afeta todo o potencial das pessoas. Pode afetar o sistema imunológico.
Considere uma mudança de estilo de vida e de hábitos. Analise em que o seu próprio modo de ser pode estar contribuindo para a tensão que está sentindo.
10 - Distress
Fase de exaustão (fase que favorece o aparecimento de doenças crônicas e de difícil reversão).
Neste último estágio podem aparecer problemas emocionais, hipertensão, úlceras, gastrites, fadiga, crônica, diabetes, alterações no sono, dentre outras manifestações.
Distress é desgaste por Tristeza ou Amargura, ou ainda Medo.
Tristeza é viver o tempo todo no – “ai que bom seria se fosse...”.
Amargura é conseqüência de remoer um passado desagradável, revivendo emoções que não levam a nada a não ser talvez, mais rápido, para o descanso eterno.
O medo poderá ser justificado ou não. Medo justificado é aquele devido a um perigo iminente e que uma vez passada a causa, cessa as reações orgânicas de defesa, inclusive as imunitárias. O medo não justificado, de origem endógena, mantém o estímulo permanente gerando as reações orgânicas que de início se manifestam como ansiedade.
Julgar é estar constantemente avaliando as coisas como certas ou erradas boas ou más. Se você está constantemente avaliando, classificando, rotulando, analisando, cria muita turbulência em seu diálogo interior. Essa turbulência restringe o fluxo de energia entre você e o campo da potencialidade pura. Literalmente, você diminui o “espaço vazio” entre os pensamentos. É através desse espaço vazio que você se liga ao campo da potencialidade pura.
Em qualquer circunstância o Sistema Nervoso estimula glândulas e a medula das Supra-Renais que por sua vez produzem Adrenalina. Também hormônio hipofisário estimula a córtex da supra-renal e esta libera cortisona.
Adrenalina e Cortisona forçam o fígado a produzir glicose que entra na circulação a fim de alimentar o desgaste cardíaco e muscular que ocorrem de modo concomitante.
Se o medo é justificado e as ações imediatas aproveitam esses produtos, logo o organismo se equilibra. Caso contrário, com o tempo surgem conseqüências que dentre as quais destacamos: artritismo, osteoporose, osteoartrose, glaucoma, diabetes, leucemia e todas as demais conseqüências da queda da eficiência dos mecanismos imunitários.
Sem dúvida você tem fontes de stress representadas pelo mundo ao seu redor (pode ser família, ocupação, sociedade, etc.) e fontes internas (seu modo de pensar, de sentir, de ser) no qual precisa aprender a lidar.
Exempos:
Stress normal mas com problemas emocionais

Stress fora do padrão de normalidade, "Stress emocional"

Stress muito alto, "Distress" – desgaste muito grande de energia
